Blog de alexandra.camilo


13/02/2010


Exclusivo: Os Cavaleiros do Zodíaco retorna à Band

29 de janeiro de 2010 comentários: 41
Depois de uma absoluta incerteza, o futuro de Os Cavaleiros do Zodíaco está novamente definido na TV Brasileira, pois os anos em que ficou longe da televisão foram de muitas especulações. Mas passada toda essa conturbada fase, eis que a Toei conseguiu efetivar, após muitas negociações sem acordo com outras três emissoras, que o anime voltasse para a Band, emissora de onde ele nunca deveria ter saído.

Em contato com a Toei, esta nos informou com exclusividade que essa parceria foi fechada recentemente. Outras emissoras também foram alvo de negociações, mas estas sempre estiveram desconfiadas pelo tratamento na TV que o anime recebeu nos últimos anos e pela baixa audiência que registrava. Porém a Band voltou atrás e decidiu renovar os diretos dos que já tinha por mais alguns anos, além de adquirir todas as sagas ainda inéditas na TV.

A Toei também já estuda um planejamento para lançar produtos relacionados aos personagens, entretanto ainda não sabemos quando vão começar as transmissões, mas já podemos afirmar que mais uma etapa foi repassada com sucesso e que o anime Cavaleiros do Zodíaco está definitivamente de volta a TV e ao mercado Brasileiro, para a alegria de fãs e admiradores que a anos aguardam pelo retorno da série.

Escrito por alexandra.camilo às 16h43
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

20/11/2009


De Olho no Japão: Inuyasha ganha novo anime.

 
De Olho no Japão: Inuyasha Ganha Novo Anime

inuyasha

Fãs do cão-demônio, soltem rojões: a última edição da Shonen Sundayanunciou que em setembro estreia na YTV um novo anime intituladoInuyasha Kanketsu-Hen, ou Inuyasha – Capítulo FinalComo o próprio nome sugere, trata-se da continuação da série já exibida no Brasil, que havia terminado com pontas soltas, já que o mangá ainda estava em publicação – se encerrando em junho do ano passado.

O novo anime irá cobrir os acontecimentos dos volumes 36 à 56, dando o final que a série (e os fãs) merece. No Brasil, o mangá Inuyasha chegou ao final este mês, com o 112º volume publicado pela Editora JBC.

Escrito por alexandra.camilo às 22h25
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

19/07/2009


Bom, espero que as pessoas me visitem.

Me sinto muito só.

 

Quero sorrir

 

 

 

 

Escrito por alexandra.camilo às 21h47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/10/2008


japonesa correndo perigo?
por: Anime Pró - 28/01/2006

"A não ser que algo seja feito, a animação
japonesa será arruinada." Koichi Murata, presidente
da companhia de animação Oh Production.

    De todo o largo lucro que a animação japonesa gera do comércio atualmente, os bolsos dos animadores estão cada vez mais magros. Como exemplo, todo o comércio internacional da série de jogos baseados em Pokémon gerou em torno de 3 trilhões de ienes. Mas, enquanto isso, um animador em um pequeno estúdio em Tóquio é felizardo quando consegue apenas 50 mil ienes (cerca de 470 dólares) por mês.

    Muito do recente interesse em animês vêm do exterior, segundo o presidente da Dream Ranch (empresa do grupo Sony Music), Kiyokazu Matsumoto. Ele diz que uma fábrica de brinquedos norte-americana ofereceu a sua companhia cerca de 10 milhões de dólares pelos direitos de distribuir produtos estrelando os personagens de um animê que sua companhia nem ao menos concluiu ainda. Para Matsumoto isso é surpreendente pois é cerca de 100 vezes o que essas séries geram pelos direitos de transmissão no Japão. A proposta veio após Matsumoto e sua companhia começarem a mapear uma animação baseada em ilustrações de um artista que freqüentemente, ganha as capas das revistas de quadrinhos com suas obras. Antes, a Dream Ranch já havia quase negociado um acordo com uma companhia Hollywodiana para transformar a história em um longa metragem de animação.

    Hoje em dia, a tendência é transformar personagens de animê em produtos e jogos o mais rápido possível. Foi Pokémon que revolucionou o velho conceito que animês eram feitos primeiramente para o mercado doméstico e depois, como comércio secundário, para o exterior. Os jogos eletrônicos, bonecos e outros produtos provaram um sucesso instantâneo quando chegaram ao mercado americano. Cerca de 120 milhões de jogos da série foram vendidos ao redor do mundo. A série animada foi exibida em 68 nações. A companhia que detêm os direitos da série, no Japão, tem negócios com cerca de 200 empresas estrangeiras e 70 empresas japonesas para licenciamento de produtos com a marca da série. Existem cerca de 2 mil produtos com a marca, estrelando personagens de Pokémon.

    Claro, a aclamação aos animês pelos estrangeiros não é nenhuma novidade. Tudo começou nos anos 60, com "Astro Boy". Recentemente, Hayao Miyazaki ganhou o Urso de Ouro de Berlim em 2002 e o Oscar em 2003 com sua produção "A Viagem de Chihiro". Innocence, de Mamoru Oshii foi exibido no Festival de Cannes em maio e chega aos cinemas norte-americanos no segundo semestre.

    Os criadores de Innocence também estão de olho nas oportunidades do comércio estrangeiro. Eles gastaram cerca de 2 bilhões de ienes para produzir sua obra, com o intuito de ela chegar ao exterior, um valor próximo ao gasto com A Viagem de Chihiro. Porém, isso é nada comparado aos quase 10 bilhões de ienes que Hollywood gasta com suas animações. Os patrocinadores de Innocence incluem grandes companhias japonesas, bem como o grupo Disney. O produtor Katsuji Morishita, do Production IG, responsável pela obra, diz: "Diferente dos animês convencionais, nós visamos Hollywood desde o começo."

    Como os animadores japoneses não têm nem de perto os fundos que os animadores da Disney gozam, a animação japonesa tem de apelar para menos frames e concentrar-se em boas e apelativas histórias. E, claro, eles também tem a sua disposição o grande número de mangás para se inspirar. Porém, os animadores japoneses estão perdendo espaço para os competidores na China e na Coréia do Sul, onde os custos com mão de obra são mais baratos. Enquanto os custos com a mão de obra no Japão só aumentam, os investimentos nas produções não. Desmotivado por um salário mensal a beira dos 50 mil ienes, um animador de 26 anos que integrou-se ao time de produção da Oh Production há um ano diz: "Às vezes eu queria desistir, eu nunca imaginei que seria assim". Apenas com ajuda financeira da família o animador consegue dar rumo a sua vida.

    Das aproximadamente 440 companhias de animação do Japão, cerce de 70% são pequenas, com 30 trabalhadores ou menos, de acordo com a estatística. Essas companhias recebem cerca de 10 milhões de ienes por trabalho de anunciantes e patrocinadores. As vezes não é o bastante para cobrir os custos. O dinheiro vem mesmo dos direitos de transmissão, que geralmente são das estações de TV, editoras e grandes companhias de animação. Conseqüentemente, as pequenas companhias, não compartilham das vendas dos produtos com a marca da série. Muitos animadores, cansados do pequeno salário, se demitem em alguns anos. E com mais e mais animações sendo feitas na Coréia do Sul e na China, muitas das indústrias domésticas temem o "vazio" da indústria de animação. "A não ser que algo seja feito, a animação japonesa será arruinada", lamenta Koichi Murata, presidente da Oh Production.

Escrito por alexandra.camilo às 15h03
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

01/10/2008


Escrito por alexandra.camilo às 12h59
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Escrito por alexandra.camilo às 12h59
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

14/09/2008


Escrito por alexandra.camilo às 13h42
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Escrito por alexandra.camilo às 10h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Escrito por alexandra.camilo às 10h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

26/08/2008


Escrito por alexandra.camilo às 14h49
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

17/08/2008


Escrito por alexandra.camilo às 16h36
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

PlayStation 2

InuYasha: Feudal Combat

PlayStation 2

InuYasha: Feudal Combat

24/08/2005

da Redação
Seguindo os passos de "Dragon Ball" e "Cavaleiros do Zodíaco", "InuYasha" é mais um desenho que virou um jogo de luta. Esse popular desenho já foi convertido para um RPG, no ano passado, com o subtítulo de "The Secret of the Cursed Mask", mas não agradou nem em crítica, nem em público.

"InuYasha" é um desenho de Rumiko Takahashi, autora também de mangás como "Urusei Yatsura" ("A Turma do Barulho") e "Ranma 1/2". O protagonista, que empresta nome ao desenho, é um ser híbrido, nascido entre uma humana e um Youkai, que significa demônio em japonês. Nesta comédia com ação, Inuyasha busca juntar os pedaços da Jóia das Quatro Almas, que o farão tornar um Youkai completo. O elenco ainda abriga personagens excêntricos como um sacerdote mulherengo e um baixinho que quer vingar a morte do pai.

Briga feudal

"Feudal Combat" é um jogo de luta simples, com poucos golpes, mas que tem algumas idéias interessantes. Para começar, os combates podem ser realizados em duplas. Mas o jogador terá apenas influência indireta sobre o segundo personagem, que será controlado pelo computador. Assim, o game oferece três tipos de lutas: um-contra-um, dois-contra-um ou dois-contra-dois.

Cada um dos lutadores possui um leque pequeno de movimentos e todos eles podem ser acionados de forma simples. As opções de luta incluem golpes rápidos, ataques fortes e suas variações, acionados durante o pulo ou a corrida, por exemplo. Alguns dos movimentos vêm diretamente do desenho, como a Ferida do Vento de Inuyasha ou o Buraco do Vento de Miroku.

Eles também possuem golpes especiais, que causam grandes danos, e os combinados, que consistem no ataque do parceiro enquanto o jogador prende o oponente. Ambos dão direito a uma cena não-interativa quando conseguir acioná-los com sucesso. Ainda, cada um deles possui alguns combos pré-programados.

O problema de "InuYasha", assim como os jogos de luta de "Dragon Ball Z" e, principalmente, o de "Cavaleiros do Zodíaco", é que a falta de opções de movimentos resulta na limitação de barganha, recurso importante em qualquer tipo de competição. É verdade que esses jogos são destinados a um público menos técnico, mas simplicidade não precisa significar falta de competitividade. Esses títulos poderiam se espelhar na façanha de "Super Smash Bros", para GameCube, um dos poucos jogos de luta que conseguiu ser fácil de jogar e, ainda assim, ter uma percepção clara de barganha.

O fato de existir um ajudante ajuda a aumentar a confusão e desmoronar quaisquer estratégias de luta. Isso pode até resultar em combates divertidos por algum tempo, mas pouca coisa tem a ver com competição, mas apenas em elementos aleatórios, como a sorte.

Unidos venceremos

Uma das características de "Feudal Combat" é o sistema de duplas. A atuação do parceiro depende de uma das quatro formações que estiver usando. A do vento privilegia os golpes em dupla, isto é, seu companheiro tentará colocar golpes depois que você. Se bem utilizado, e com alguma sorte, poderá fazer uma cadeia de golpes longa. A formação do fogo faz com que o parceiro tente acertar o máximo de golpes com quem estiver lutando. Fazer dividir a dupla adversária é o objetivo da formação da floresta e a da montanha transforma seu parceiro num escudo-humano. Ou quase humano.

Existe um componente de afinidade entre os membros da duplas. Quem assiste ao desenho terá vantagem nesse quesito. Inuyasha, por exemplo, tem boa relação com Kagura, mas não suporta o irmão Sesshomaru. Quanto melhor a relação, mais eficiente seu parceiro será. Mas a afinidade é dinâmica, e muda durante o combate. Basicamente, quanto menos apanhar e mais fizer golpes combinados, maiores as chances da afinidade subir. Uma seta indica sempre que esse atributo for modificado. No nível máximo, a dupla ganha uma aura vermelha e, durante esses dez segundos, a barra de Ki sobe constantemente e os especiais serão realizados pelos dois personagens. Algumas duplas, como Inuyasha e Kagome, ganham até animações exclusivas.

O modo de história tem quatro capítulos, cada um deles focalizando diferentes personagens. No começo, apenas o capítulo de Inuyasha estará disponível, mas conforme terminar um deles, os episódios subseqüentes - de Miroku/Sango, Sesshomaru e Shippo - serão liberados. Mas a modalidade principal é a de missão, em que se pode aumentar a capacidade dos personagens, formações e da afinidade inicial da duplas. Nesse modo, cada fase tem três níveis de dificuldade e um objetivo distinto por estágio.

Falando nas fases, cada uma delas tem características diferente. Há cenários com pedras suspensas, youkais em forma de centopéias e desfiladeiros com gases venenosos. Todos esses elementos são interativos e podem ser usados para provocar danos ao adversário e vice-versa.

Simples e ordinário

Os comandos do game são bastante simples e a maioria dos ataques não precisam mais que um botão. A resposta aos comandos é rápida, mas alguns golpes têm uma detecção de colisão um pouco falha. Os personagens podem correr livremente pelo cenário, mantendo um sistema de mira de um jogo de ação, como um "Devil May Cry", por exemplo.

Vindo de uma animação, a produtora seguiu uma escolha óbvia para "Feudal Combat": usou a técnica de cel-shaging, que imita o grafismo dos animês, com coloração chapada e contornos demarcados. Mas a produtora incluiu algumas leves texturas, como se pode observar no cabelo de Sesshomaru. Mas o resultado é um pouco desequilibrado: em alguns ângulos, de frente por exemplo, a reprodução está bastante fiel ao desenho original, mas em outros, deixa aparente que o rosto é feito com texturas. No fim das contas, deixa a impressão de que faltou dar polimento aos modelos 3D.

O movimento dos personagens são um pouco duros, desajeitados, e, provavelmente, não deve ter sido usado movimento de atores de verdade, e sim animados na prancheta. Mesmo assim, no meio da confusão, isso deverá ser pouco notado. As animações dos especiais são divertidas no início, mas, com o tempo, elas passam a quebrar um pouco o ritmo do combate. Os cenários não chegam a ser nenhuma obra de arte, mas foram trabalhadas com competência, mostrando variedade e funcionalidade.

A trilha e efeito sonoros não possuem nenhuma personalidade e, provavelmente, pouca gente deverá se lembrar deles depois de desligar o console. O destaque fica para as falas dos golpes, que resgatam o clima do desenho. Os golpes mais característicos vêm acompanhados do nome, como de costume. Mais dublagens podem ser encontradas nas cenas não-interativas no modo de história e adicionam um pouco de humor, principalmente com Shippo.

Caiu no Buraco do Vento

CONSIDERAÇÕES

"InuYasha: Feudal Combat" é mais um jogo de luta que aposta na simplicidade, com a pretensão de conquistar o máximo de adeptos, mas acaba caindo no banal, e não oferece competição. Funciona como diversão descompromissada, mas não a longo prazo. Não é do tipo de game que encontrará novidades a cada jogada, como um "Super Smash Bros", por exemplo. Quem é fã de "InuYasha", provavelmente, gostará de ver que os personagens estão parecidos com o desenho e deve se esbaldar entre Feridas do Vento e Flechas Purificadoras.

Escrito por alexandra.camilo às 16h16
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Escrito por alexandra.camilo às 16h14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

16/08/2008


Escrito por alexandra.camilo às 22h37
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

02/08/2008


Escrito por alexandra.camilo às 22h36
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Perfil

Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, SANTO AMARO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Cinema e vídeo, Mangá e Anime
Outro -

Histórico